Foi com espanto aquilo que ia vendo cada quilómetro que fazia na Serra de Sintra esta manhã.
Já me tinham dito do estado dos trilhos mas nunca pensei que fosse tão grande esse estragos ao ponto de muitos deles estarem impraticáveis ou mesmo terem desaparecido.
Isto deve-se a vários factores, ao abatimento das acácias que como se sabe é uma praga na serra e que vai matando outras espécies de plantas e mesmo outras árvores, e o maior problema e deixarem ramos troncos e árvores caídas nos trilhos sem se preocuparem em limpar. Com todo esse lixo a taparem as valas de escoamento das águas da chuva, o que aconteceu foi o aparecimento de regos nos estradões e trilhos.
O Inverno tem sido rigoroso em Portugal com frio ventos e muita chuva e as marcas estão estampadas em toda a serra, com árvores de grande e pequeno porte caídas e até a estrada da serra está cortada, o que faz montar e desmontar várias vezes a bicicleta para poder ultrapassar esses obstáculos.
Outro PROBLEMA que parecia estar resolvido mas mas não e o aparecimento de motares na serra principalmente (moto quatro), que muitos deles não respeitam o partilhar dos trilhos quando estão a ultrapassar ou a cruzar. Até porque é proibido ou era andar de moto ou mesmo de jipe na serra de Sintra.
Quanto à minha volta, foi calma e sozinho, a tentar descobrir o que poderia fazer ou não sem ter de desmontar, comecei pela BARRAGEM DA MULA, fui até a Peninha, down hill voltei a subir para o Monge, fiz estrada até encontrar alguma entrada para o que foi em tempos os trilhos maravilha,pois até isso desapareceu num mar de troncos lama e sei lá mais o quê.
Foi ai que encontrei o Nuno, um amigo dos primeiros anos de btt e mais dois amigos dele e fiz o resto com eles.
Deu para fazer 30kms em 3horas com 770 de acumulado

Um das montras de Sintra, era o single das pontes é o que resta dela, desapareceu!
Um vídeo dos poucos singles ainda possiveis de se fazer mesmo em mau estado devido as chuvas deste Inverno. Fiz com o amigo Nuno e mais dois amigos dele.
Vejam a diferença do nível da água no espaço de um mês.
Este é o estradão que vai da barragem até ao capuchos.
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