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sábado, 18 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
Sintra BTT do melhor.
Manhã sem frio, sem chuva e com o sol aparecer timidamente.
A água que corria abundantemente pela trilhos, faziam as delicias de quatro rapazinhos que se aventuravam para mais um belo passeio na serra de Sintra, sem destino programado, ao ritmo do que as pernas permitiam (para alguns),seja em single speed ou em suspensão total.
Com a subida dos jipes feita, entrámos nos trilhos maravilha surpreendentemente com pouca lama para seguirmos para a lagoa do Parque de Monserrate onde fizemos uma pausa junto a uma pequena cascata.
Seguimos para Galamares e ai sim, subida até a vila de Sintra para mais uma paragem, desta vez na Piriquita II para repor as forças para fazer o resto da subida até ao Palácio da Pena, com destaque para a rampa da Pena sempre bonita mas dura para quem sobe. A paisagem nesta zona da serra é simplesmente deslumbrante tal como os trilhos mais técnicos cheio de raízes e pedras.
Entre o Palácio da Pena e Stª Eufémia o Pedro brindou-nos com um trilho BRILHANTE e sempre a descer, e foi a descer que acabámos a volta com a barriguinha cheia de BTT e do melhor que se pode fazer em Sintra.
O vídeo do passeio.
A água que corria abundantemente pela trilhos, faziam as delicias de quatro rapazinhos que se aventuravam para mais um belo passeio na serra de Sintra, sem destino programado, ao ritmo do que as pernas permitiam (para alguns),seja em single speed ou em suspensão total.
Com a subida dos jipes feita, entrámos nos trilhos maravilha surpreendentemente com pouca lama para seguirmos para a lagoa do Parque de Monserrate onde fizemos uma pausa junto a uma pequena cascata.
Seguimos para Galamares e ai sim, subida até a vila de Sintra para mais uma paragem, desta vez na Piriquita II para repor as forças para fazer o resto da subida até ao Palácio da Pena, com destaque para a rampa da Pena sempre bonita mas dura para quem sobe. A paisagem nesta zona da serra é simplesmente deslumbrante tal como os trilhos mais técnicos cheio de raízes e pedras.
Entre o Palácio da Pena e Stª Eufémia o Pedro brindou-nos com um trilho BRILHANTE e sempre a descer, e foi a descer que acabámos a volta com a barriguinha cheia de BTT e do melhor que se pode fazer em Sintra.
O vídeo do passeio.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Sandrew Shandro riding the North Shore
Andrew Shandro um dos melhores downhill racer do mundo com uma larga carreira cheio de troféus com mais um vídeo feito em " North Shore ".
Como costumo dizer, subir todos nós fazemos com maior ou menor rapidez mas, descer não é para todos.
Amazing Andrew Shandro's segment in The Collective's Seasons movie.
FABULOSO!
Como costumo dizer, subir todos nós fazemos com maior ou menor rapidez mas, descer não é para todos.
Amazing Andrew Shandro's segment in The Collective's Seasons movie.
FABULOSO!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Riding on Friday
"Onde a terra começa e o mar acaba" -Luis de Camões,
Pode fazer sol para aquecer por quem anda por lá pode fazer sombrio que as árvores protegem-nos, os trilhos que percorremos enchem as horas de beleza e de histórias na serra mais bonitas de Portugal,
"A Serra de Sintra".
Já passava das 9h30m quando arranquei para mais um passeio pela serra na companhia do meu amigo Simão e do Pedro Santana. a lagoa azul estava cheia de gente numa sexta- feira, é verdade, éramos nós os três e mais uma carrada de Francius vestidos todos de branco que iam fazer uma excurção de jipes pela serra.
Depois do aquecimento pelo lago, subimos os jipes para irmos mostrar os trilhos maravilha ao Pedro (novato na serra), nos Capuchos trepamos o Monge (sem avozinha) para irmos fazer as turfas e inevitavelmente a subidona para a Peninha com as vistas para o mar e para a serra. Chegado ao topo, hora para uma barrinha e zarparmos para a última atração do dia o down hill o que veio dar dois furos já no fim da descida.
Com a perca de tempo nos furos resolvemos regressar pela Atrozela com a descida pelo vale de Monte Sintra e passagem pela mítica Amanteigada, e terminarmos novamente na Lagoa e com a barriga a dar horas para o almoço mas cheia de BTT.
O VÍDEO DO PASSEIO DA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA.
Pode fazer sol para aquecer por quem anda por lá pode fazer sombrio que as árvores protegem-nos, os trilhos que percorremos enchem as horas de beleza e de histórias na serra mais bonitas de Portugal,
"A Serra de Sintra".
Já passava das 9h30m quando arranquei para mais um passeio pela serra na companhia do meu amigo Simão e do Pedro Santana. a lagoa azul estava cheia de gente numa sexta- feira, é verdade, éramos nós os três e mais uma carrada de Francius vestidos todos de branco que iam fazer uma excurção de jipes pela serra.
Depois do aquecimento pelo lago, subimos os jipes para irmos mostrar os trilhos maravilha ao Pedro (novato na serra), nos Capuchos trepamos o Monge (sem avozinha) para irmos fazer as turfas e inevitavelmente a subidona para a Peninha com as vistas para o mar e para a serra. Chegado ao topo, hora para uma barrinha e zarparmos para a última atração do dia o down hill o que veio dar dois furos já no fim da descida.
Com a perca de tempo nos furos resolvemos regressar pela Atrozela com a descida pelo vale de Monte Sintra e passagem pela mítica Amanteigada, e terminarmos novamente na Lagoa e com a barriga a dar horas para o almoço mas cheia de BTT.
O VÍDEO DO PASSEIO DA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Donwhill 90 er jahre
Anos bem duros para a prática do Btt.
Sem grande tecnologia, eram anos de glória para quem praticava este desporto.
Sem grande tecnologia, eram anos de glória para quem praticava este desporto.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
3 ANOS
Já Sem chucha e fralda comemora-se hoje três anos do meuadmiràvelcantinho que vai crescendo com crónicas, fotos e vídeo de praticamente todas as pedaladas que faço sozinho ou com amigos.
Nunca é demais agradecer a todos os visitantes que clicam no meu cantinho e fazem melhorar ano após ano através dos seus votos ou comentários.
Obrigado!
Nunca é demais agradecer a todos os visitantes que clicam no meu cantinho e fazem melhorar ano após ano através dos seus votos ou comentários.
Obrigado!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Duatlo Jamor 2010
O meu primeiro Duatlo foi hoje, no Jamor na companhia do Fernando Godinho e mais 399 outros concorrentes.
Passava das 9h30m quando cheguei ao Jamor, eu e o Fernando preparamos as bikes,capacetes e sensores e fomos colocar todo o material na zona de transição.
Com menos de 30m para partida, começamos a fazer um pequeno aquecimento na companhia do Pedro Mateus que foi dar uma força ao pessoal, e aproveitou para dar uma dicas do percurso porque com a chuva havia zonas bastante perigosas.
Tudo agrupado partida largada....e soa buzina; Os primeiros quilómetro foi a descer em estrada sentido as piscinas para entrar na zona da canoagem , ai o percurso é plano e piso em terra. Com o vento de frente e forte, os últimos 600 metros foi a regressar para a zona de transição e a subir pelas traseiras do Centro de Alto Rendimento do Jamor.
Assim foi durante duas voltas para completar os primeiros cinco quilómetros na companhia do Fernando com um ritmo mais lento na primeira volta e na segunda mais forte mas sem problema.
Transição para os 17 quilómetros de BTT, onde estou mais a vontade para poder recuperar, e aconteceu o que esperava só acontecer nos últimos 2,600 metros corrida. Foram 4 quilómetros em zona rápida e larga para fazer ultrapassagens em que as dores musculares não deixaram manter o ritmo elevado, então decidi dosear o esforço porque o mais difícil ainda estava para fazer e a lama era muita.
Nas zona da bancada Norte do Estádio comecei a recuperar força mesmo com os trilhos com alguma lama e escorregadios.
Transição para o lado Norte do complexo do Jamor fez-se com a travessia do rio Jamor para entrarmos na parte mais difícil e chata do percurso, praticamente sempre a subir e com muita gente a pé o que deu para recuperar muitos lugares.
Estávamos do lado da Cruz quebrada por onde iniciamos o regresso com a passagem pelos cortes de ténis e novamente a subida pelas traseiras do Centro de Alto Rendimento até ao estádio para a transição para os últimos 2,600km em corrida.
Sentia-me bem e fiz a um bom ritmo, mesmo assim a ser ultrapassado por dois companheiros que tinha passado no BTT, com os últimos metros a serem dados na pista de tartan do estádio nacional e o Fernando à minha espera na meta.
Objectivo comprido, finalizei a prova 1H 38M num dia chuvoso e com vento forte que dificultou mais o ritmo o que deu mais gozo em termina-la.
Para o ano lá estarei novamente.
Passava das 9h30m quando cheguei ao Jamor, eu e o Fernando preparamos as bikes,capacetes e sensores e fomos colocar todo o material na zona de transição.
Com menos de 30m para partida, começamos a fazer um pequeno aquecimento na companhia do Pedro Mateus que foi dar uma força ao pessoal, e aproveitou para dar uma dicas do percurso porque com a chuva havia zonas bastante perigosas.
Tudo agrupado partida largada....e soa buzina; Os primeiros quilómetro foi a descer em estrada sentido as piscinas para entrar na zona da canoagem , ai o percurso é plano e piso em terra. Com o vento de frente e forte, os últimos 600 metros foi a regressar para a zona de transição e a subir pelas traseiras do Centro de Alto Rendimento do Jamor.
Assim foi durante duas voltas para completar os primeiros cinco quilómetros na companhia do Fernando com um ritmo mais lento na primeira volta e na segunda mais forte mas sem problema.
Transição para os 17 quilómetros de BTT, onde estou mais a vontade para poder recuperar, e aconteceu o que esperava só acontecer nos últimos 2,600 metros corrida. Foram 4 quilómetros em zona rápida e larga para fazer ultrapassagens em que as dores musculares não deixaram manter o ritmo elevado, então decidi dosear o esforço porque o mais difícil ainda estava para fazer e a lama era muita.
Nas zona da bancada Norte do Estádio comecei a recuperar força mesmo com os trilhos com alguma lama e escorregadios.
Transição para o lado Norte do complexo do Jamor fez-se com a travessia do rio Jamor para entrarmos na parte mais difícil e chata do percurso, praticamente sempre a subir e com muita gente a pé o que deu para recuperar muitos lugares.
Estávamos do lado da Cruz quebrada por onde iniciamos o regresso com a passagem pelos cortes de ténis e novamente a subida pelas traseiras do Centro de Alto Rendimento até ao estádio para a transição para os últimos 2,600km em corrida.
Sentia-me bem e fiz a um bom ritmo, mesmo assim a ser ultrapassado por dois companheiros que tinha passado no BTT, com os últimos metros a serem dados na pista de tartan do estádio nacional e o Fernando à minha espera na meta.
Objectivo comprido, finalizei a prova 1H 38M num dia chuvoso e com vento forte que dificultou mais o ritmo o que deu mais gozo em termina-la.
Para o ano lá estarei novamente.
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